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Por meio de uma escuta qualificada, atendo questões ligadas ao sentir e ao se relacionar

Ansiedade
Ansiedade

Nem sempre a ansiedade aparece como um grande sintoma. Às vezes, ela se disfarça de produtividade excessiva, dificuldade em relaxar, uma pressa constante que impede o descanso, ou uma sensação de que algo ruim está sempre prestes a acontecer. Em outros momentos, ela se impõe com força: coração acelerado, falta de ar, pensamentos que não param, um medo que toma conta mesmo sem razão aparente.

Muitas pessoas vivem com essa inquietação como se fosse normal — “sempre fui assim”, “é só cansaço”, “todo mundo sente isso”. E é verdade que a vida nos exige muito. Mas quando a ansiedade começa a limitar, a esgotar ou a isolar, talvez seja hora de escutar o que ela está tentando dizer.

A ansiedade não é só um sintoma a ser eliminado. Ela pode ser um sinal de conflito interno, de algo que está preso entre o que se deseja e o que se espera de si. Na psicoterapia, não buscamos controlar a ansiedade como quem aperta um botão, mas criar espaço para compreender suas raízes — para que a vida possa ser vivida com menos urgência e mais presença.

Relacionamentos
Relacionamentos

Relações podem afetar profundamente o modo como agimos ou nos sentimos. É nelas que aprendemos a amar, a confiar, a nos proteger. Porém, também, muitas vezes, onde nos machucamos, nos perdemos ou repetimos padrões que já não fazem sentido. Pode ser difícil nomear o que está errado: é o outro que está distante? Sou eu que espero demais? Por que volto sempre ao mesmo tipo de relação?

Conflitos recorrentes, dificuldades de comunicação, ciúmes intensos, relações que oscilam entre proximidade e afastamento, medo de se entregar ou de estar só — são algumas das formas em que o sofrimento nos laços aparece. Às vezes, tudo parece bem por fora, mas há um cansaço no vínculo, um incômodo sutil que vai crescendo.

Falar sobre isso em psicoterapia é um gesto potente. É permitir que se possa escutar o que tem se repetido, o que foi aprendido sobre amar e ser amado, o que está em jogo quando nos vinculamos. Não se trata de buscar o “relacionamento ideal”, mas de construir uma relação mais verdadeira consigo mesmo — o que, por si só, já transforma as relações com os outros.

Busca por sentido
Busca por sentido

Há momentos em que tudo segue funcionando: trabalho, casa, rotina. Mas por dentro, algo parece faltar. É como se os dias passassem sem deixar marca, como se as coisas tivessem perdido um pouco da cor. Pode ser difícil explicar: nada está muito errado, mas também não está bem. Uma sensação de vazio, de deslocamento, de desconexão com a própria história pode surgir — e com ela, perguntas que incomodam: “é só isso?”, “o que eu estou fazendo aqui?”, “para onde eu estou indo?”.

Essas perguntas não são sinais de fraqueza ou ingratidão. Elas podem indicar que algo em nós está pedindo mudança, ou mesmo escuta. Às vezes, o sentido não desaparece de repente. Ele vai se apagando, aos poucos, em escolhas automáticas, em exigências que abafam o desejo, em tentativas de ser o que esperam que sejamos.

Na psicoterapia, essa busca por sentido não é orientada por fórmulas ou promessas. Ela se constrói no encontro entre palavras, silêncios, afetos. É um espaço em que a escuta qualificada permite que algo esquecido ou desconhecido possa emergir — e, com o tempo, a vida possa voltar a ganhar mais cor. Mesmo que outra.

Luto
Luto

Nem todo luto é imediatamente reconhecido. Às vezes, ele aparece depois de uma perda evidente, como a morte de alguém querido. Outras vezes, ele se mostra em diferentes situações: o fim de uma relação, uma mudança inesperada, um diagnóstico, a saída de um filho de casa, ou até mesmo o simples fato de o tempo ter passado.

O luto não é só tristeza. Ele pode ser raiva, culpa, confusão, silêncio. Pode aparecer como um cansaço profundo, uma falta de vontade de seguir com o dia, um sentimento de estar desconectado da própria vida. E quando não encontra espaço para existir, o luto se acumula — e começa a se manifestar em outros lugares: no corpo, nos sonhos, nos vínculos.

A psicoterapia oferece um lugar para que o luto possa se expressar sem ser interrompido. Para que a perda possa ser reconhecida, elaborada, e, com o tempo, ressignificada. Porque só quando damos lugar ao que se foi, podemos também cuidar do que ainda está por vir.

Trauma
Trauma

Nem todo trauma deixa marcas visíveis. Há vivências que nos atravessam de forma tão intensa que não conseguimos dar conta delas no momento em que acontecem. Elas se alojam em silêncio — e seguem atuando. Podem ter ocorrido na infância, na vida adulta, de forma isolada ou repetida. E mesmo que não tenhamos uma lembrança clara, o corpo e o inconsciente continuam lembrando.

O trauma pode aparecer como ansiedade constante, dificuldades de confiar, sensações de ameaça sem motivo aparente, reações emocionais desproporcionais, ou uma necessidade de controle. Às vezes, ele se disfarça de força — aquela força que precisou ser criada para dar conta da vida.

Na psicoterapia, o trauma encontra um espaço seguro para existir. Um espaço onde não é preciso explicar tudo, nem se apressar em “melhorar”. O trabalho clínico acolhe o tempo do sujeito, seu ritmo, suas defesas. E, pouco a pouco, permite que algo possa se transformar através da elaboração.

Tomada de decisões
Tomada de decisões

Algumas decisões carregam mais do que apenas escolhas práticas. Elas mobilizam medos, fantasmas, histórias antigas. Pode ser difícil escolher entre dois caminhos quando há culpa, expectativa, ou quando qualquer escolha parece significar uma perda insuportável. Há também quem decida rápido demais, num movimento de urgência, e depois se veja perdido nas consequências.

Dificuldade em tomar decisões não é apenas “indecisão”. Pode ser sintoma de algo mais profundo: o medo de frustrar os outros, o receio de abrir mão do que é conhecido, o desamparo diante do que não se controla. Muitas vezes, essa paralisia é acompanhada por autocrítica, vergonha e solidão.

A psicoterapia não oferece respostas prontas. Mas ajuda a escutar o que está em jogo em cada decisão. Ao investigar os sentidos inconscientes dessas escolhas, é possível criar espaço para que o desejo se manifeste com mais clareza — não como certeza absoluta, mas como possibilidade de caminhar com mais verdade.

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